28.8.11

não me consumas



Não sou coisa nova
Para a tua moda.
Não sou a trança do teu penteado
Nem o cabide do teu novo fato.
Sempre gostaste de ser
A cópia do geral parecer.
Não sou o espelho da tua vaidade
Nem a pastilha do teu à vontade.
Não, comigo não!
Não sou canal de televisão!
Creme de noite, creme de dia.
Um que endurece, outro que amacia.
Tratas muito da fachada.
Mas por dentro não tratas nada!

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