12.7.11


As pernas ainda me tremem sempre que falamos, sempre que me sorris com esse jeito malicioso e me olhas com metade do cabelo á frente dos olhos. Sim, arrepio-me quando me abraças e sempre que a tua barba raspa nos meus lábios. - Não dizes então que sou a mulher da tua vida ? Pois, se sou, sou uma daquelas mulheres frágeis. Frágil por continuar ainda aqui a fazer-me amar por ti em cada resto de noite e a cada manhã que se levanta.

E o melhor no fim de tudo é saber que valeu a pena. Sim amor, valeu a pena ser frágil entre o teu corpo quente e doce perante a tua pele salgada.

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