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27.12.11

entre aspas ,




Ter coragem não significa não sentir medo, mas agir apesar dele.

18.12.11

#9



O tempo nem sempre cura tudo. Tenho feridas que já cicatrizaram, mas que insistem em latejar quando o dia está nublado.

18.11.11

.



Letra:
I feel safe, I feel warm
When you're here
And I do no wrong
I'm cured, when I'm by your side
I'm alright
I'm alright

I am safe when I am with you
I feel warm if you want me to
I'm cured, when I'm by your side
I'm alright

Careful where you stand my love
Careful where you lay your head
It's true
We're always looking out for one another

I feel safe when I am with you
I feel warm when you want me to
I am cured when you are around
I'm alright

Careful where you stand my love
Careful where you lay your head
It's true
We're always looking out for one another

So I'd like a quiet time please
Yeah I'd like quiet time

Be careful where you stand

9.10.11

bem-vinda, de novo, à selva.


que venham os seres sem escrúpulos, que venham dias atribulados, carregados de emoções. a minha mente mentalizada já se encontra e o meu coração preparado já está. é o tudo ou o quase nada. que venham! que venham à velocidade que bem entenderem que eu já protegi o meu ser com uma capa impermeável e à prova-de-quase-tudo. finalmente anulei de vez as pausas de vida, as pausas de sentimentos. saí do mundo que criei e recuei à realidade, na qual tu ainda interferes e condicionas. é a minha vida, e eu não vou sentar-me nas margens a observá-la passar, não senhor! 

30.7.11




O teu mundo
É desesperadamente prático.
Tudo está feito
À medida,
Formatado
E dois mais dois
São sempre quatro.

O teu mundo
É desesperadamente prático,
A hipotenusa
Nunca dormiu ao luar
E os catetos
Nunca tocaram
A harpa da loucura
Nem entoaram cânticos de amor...
Nunca o grito gritou
E o chão é só para caminhar.
O som
Foi sempre grave ou agudo
E no dia
Há só
Manhã e tarde.
Esqueceste a noite
Com o propósito
De não te magoares.

O teu mundo é desesperadamente diferente do meu. Mas então, meu amor, onde nos podemos encontrar ?

12.7.11


As pernas ainda me tremem sempre que falamos, sempre que me sorris com esse jeito malicioso e me olhas com metade do cabelo á frente dos olhos. Sim, arrepio-me quando me abraças e sempre que a tua barba raspa nos meus lábios. - Não dizes então que sou a mulher da tua vida ? Pois, se sou, sou uma daquelas mulheres frágeis. Frágil por continuar ainda aqui a fazer-me amar por ti em cada resto de noite e a cada manhã que se levanta.

E o melhor no fim de tudo é saber que valeu a pena. Sim amor, valeu a pena ser frágil entre o teu corpo quente e doce perante a tua pele salgada.

10.7.11


hoje, apetece-me ser feliz. o que eu quero mesmo é uma fogueira no meio do nada, com o céu estrelado em cima e tu ao meu lado. alguns troncos, fogo, e pouco mais é preciso. soltarei os meus cabelos e agitá-los-ei. cantarei e roubarei a felicidade ás borboletas que por ali voam. o vento soprar-me-á na pele, e eu rir-me-ei. não saberia tão bem este ritual de liberdade ? - é bastante fácil: fecha os olhos e respira.

6.7.11


mesmo que andes perdido tenho esperança que a localização do teu porto de abrigo esteje bem presente na tua mente. sabes que te espero de braços abertos, pronta a matar qualquer vestigio de saudade que ainda sinta.

28.6.11


uns centímetros de altura nos saltos cor de paixão. vermelho nos lábios e vestido da cor da noite. no entanto, tudo se torna numa capa contraditória áquilo que na verdade sou. uma capa impermeável e á prova de (quase) tudo. porque serei sempre a eterna mulher com coração e sonhos de menina. a pequena da tua vida.

13.6.11


acho fascinante o padrão sentimental que ambos os nossos corações fazem aquando juntos.

7.6.11


é do dia para a noite que os lobisomens se transformam no entanto tu transfiguras-te de um momento para outro e sem aviso prévio...

30.5.11


nota-se perfeitamente quando o amor nos invade:  tudo fica tão simples, os problemas passam a ser obstáculos insignificantes e tudo parece estar a florir, o vento torna-se leve e um sabor doce paira no ar. sentimos uma força desconhecida e ao mesmo tempo uma vontade de nada fazer . só queremos a presença de outrém. e a felicidade permanece em nós transformando o imperfeito, e ainda que improvável, em total perfeito.

23.5.11


caminhavas.
caminhavas em passo largo,
ritmado
na procura
da água da fonte,
do vento Norte,
e da estrela polar.
no limite do Horizonte,
continuavas a caminhar,
para que a razão te devolvesse o tempo
e te emprestasse
um espaço
onde pudesses esgavatar o sonho,
remexer o encanto
e encontrar
uma réstia de luar.

caminhavas, com a pressa do vento,
no silêncio do Pensamento.
caminhavas com a força da vontade,
no risco da Verdade.

caminhavas. procuravas. sonhavas, junto a mim

19.5.11


é incrível como o meu ser ainda não conseguiu alcançar a felicidade. é certo que ele próprio tem procurado esse caminho, mas flutuando por atalhos. o grande problema está no meu pensamento, e o seu maior inimigo está dentro dele.
nós, somos criadores dos nossos próprios pensamentos. pensamentos esses que nos libertam ou nos escravizam. pensamentos que não resultam das circunstâncias; vêm do nosso interior. eles interpretam e determinam o que vemos, embora, muitas vezes, nos pareça o contrário.
e esta capacidade que o meu subconsciente contém de abstracção vai vasculhar toda a memória do pó do passado. e eu, tenho somente um pensamento. uma ambição na qual tu intersectas. que tanto me faz sofrer por algo que já se extinguiu; mas ao mesmo tempo me preocupa. uma preocupação sobre o desenvolvimento desta doença ao longo do decorrer do futuro. a nossa ''doença''.

18.5.11


hipnotizas-me , por completo.

uma estrela cadente caiu do teu coração e desembarcou nos meus olhos.
gritei em voz alta, enquanto ela os rasgava. deixou-me cega. sem reacção.
as estrelas, a lua, todas elas explodiram.
deixaste-me no escuro. onde não há madrugada, não há dia.
e eu estou sempre neste crepúsculo: - na sombra do teu coração
- tudo isto para chegar á conclusão que amar-te é, por vezes, muito perigoso
.

17.5.11


chamam-lhe garra.
chamam-lhe força e resistência.
eu chamo-lhe amor, um amor daqueles dificéis. o nosso amor.
porque nada é perfeito, e este sentimento não foge a essa regra.

o sol brilhava, quente e silencioso, em pleno inicio de tardar.
o vento teria adormecido.
e os cheirinhos caractarísticos das flores perfumavam toda aquela ilusão.
ela procurava. procurava dançando um amor que a quisesse.
seu primeiro nome era Maria,
rapariga forte e sem qualquer mania.
era simples e florida.
somente sorria,
e jamais seria fria.
ela aquecia,
tudo o que ninguém queria.
ela queria,
a mais bela periferia.
determinada,
e nada odiada,
construía
em função do seu guia.

15.5.11


a música absorve o meu subconsciente enquanto observo, com atenção, cada simples movimento. cada fechar de olhos. cada respirar de ar. cada traço teu.  essa tua serenidade habitual inquieta o meu simples coração. no que estarás a pensar ? o que estarás a sentir ? gostaría de compreender afincadamente cada gesto. cada promenor que vagueia na tua mente.
em ti. 

14.5.11


what do you see when you close your eyes ?