'' ... não te esqueças, amor, que os pequenos anjos precisam de se tornarem diabos, precisam de pisar o inferno, precisam de sofrer para dar valor às asas que têm, à sorte com que nasceram de poder voar, sem nunca pisar ninguém. Não te esqueças que o amor não é de sorrisos extremos. Que o amor não resulta se o desejo ultrapassar a cumplicidade, nem se deixares de atender chamadas a meio da noite por desconfiança. Lembra-te que a vida tem voltas, e voltas, e voltas. E tudo volta, tudo fica, tudo vai. Tudo se parte, tudo toma rumo. Tudo faz rir, ou tudo faz chorar. Lembra-te de amar a vida e aprender com ela e contigo. Aprende contigo que a felicidade vem sobretudo de ti, dos teus olhos a sorrir, das tuas noites sem dormir –apaixonado. Lembra-te que vais ter sempre quem te limpe a cara e peça para não chorar, lembra-te que não te deves culpar tanto. Lembra-te de me sorrir, meu amor. O meu coração fica do tamanho da areia, e eu construo sempre os palácios perto do mar, e rápido são sugados pela água. Selvagem. E eu doce. Com medo. Encolhida. Com interrogações. Eu sem nada, eu com tudo. Eu vazia. Eu: um traste. Eu feliz. Eu sozinha. Eu desaparecida. Eu fugitiva. Eu nunca mais. Nunca mais. Lembra-te de mim, por favor, não te esqueças tanto de mim. Não te esqueças tanto de ti. '' - disse-lhe por fim.
8.8.11
'' ... não te esqueças, amor, que os pequenos anjos precisam de se tornarem diabos, precisam de pisar o inferno, precisam de sofrer para dar valor às asas que têm, à sorte com que nasceram de poder voar, sem nunca pisar ninguém. Não te esqueças que o amor não é de sorrisos extremos. Que o amor não resulta se o desejo ultrapassar a cumplicidade, nem se deixares de atender chamadas a meio da noite por desconfiança. Lembra-te que a vida tem voltas, e voltas, e voltas. E tudo volta, tudo fica, tudo vai. Tudo se parte, tudo toma rumo. Tudo faz rir, ou tudo faz chorar. Lembra-te de amar a vida e aprender com ela e contigo. Aprende contigo que a felicidade vem sobretudo de ti, dos teus olhos a sorrir, das tuas noites sem dormir –apaixonado. Lembra-te que vais ter sempre quem te limpe a cara e peça para não chorar, lembra-te que não te deves culpar tanto. Lembra-te de me sorrir, meu amor. O meu coração fica do tamanho da areia, e eu construo sempre os palácios perto do mar, e rápido são sugados pela água. Selvagem. E eu doce. Com medo. Encolhida. Com interrogações. Eu sem nada, eu com tudo. Eu vazia. Eu: um traste. Eu feliz. Eu sozinha. Eu desaparecida. Eu fugitiva. Eu nunca mais. Nunca mais. Lembra-te de mim, por favor, não te esqueças tanto de mim. Não te esqueças tanto de ti. '' - disse-lhe por fim.
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escrito pela Sónia ' às
03:47
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