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16.3.12

há coisas que nunca mudam.

17.2.12


ilusões que surgem nas aparências e desaparecem sem pedir licença *

13.2.12

  serena 2

11.12.11

é


como uma espécie de terapia, à qual recorro constantemente.

13.11.11

sente e volta.



não foste capaz em momento algum de parar. nao parar com o corpo, mas parar com a cabeça, com essa mente que teima em deixar a opinião do teu coração sempre em segunda opção. limitaste-te a fugir, sem olhar para atrás , a correr , á procura de uma nova experiência. não quiseste lutar, não lutar com o corpo, mas lutar com o teu coração pelo amor que nos ligava. hoje sente a saudade. hoje ouve o som da minha voz no vento, sente e volta. hoje arrepende-te e volta. só não voltes somente porque eu te peço, volta por ti também.

12.10.11

vem para mim, para este canto de mundo.



aqui estou eu neste mundo, neste canto de mundo à tua espera. -oh meu príncipe de olhos castanhos pareces-me tão desorientado. os teus poros transpiram amor, contagiando meu coração. estás imobilizado, paralisado. não despertas o teu corpo e não corres para mim, mas aqui neste canto eu te espero. seja por quanto tempo for, eu vou esperar. esperar que aceites o sentimento que muitas vezes ignoras. esperar que venhas para junto de mim e que me construas o meu sonho, no qual és personagem principal.
porque enquanto as flores florirem, enquanto o sol brilhar e a lua sorrir podes vir em paz, aqui ninguém te julgará, aqui construirás a felicidade, comigo.
não tenhas pressa, não te preocupes. deixa que o vento ponha cada sentimento no seu devido lugar. deixa acontecer e nunca forces nada. não tenhas medo! não receies que me vá embora porque como já disse: eu vou esperar. 

fica, esta noite.


despediste-te somente com um beijinho na testa e viraste-me costas. foi então que notei o quanto estavas cansado. foi então que me apercebi o quanto necessitavas de mim. chamei-te, olhei esses lindos olhos, abracei-te e por fim sussurrei um ''amo-te'' bem baixinho, acompanhado por um ''fica comigo esta noite''...

9.10.11

um em dois.


querido
c, na semana passada confessaste que gostas de preto no branco, porém eu não tenho a mesma opinião. gosto das cores, do colorido, do vivo e dos sonhos. gosto da liberdade dos pensamentos e da arte do abstrato. acrescentaste que não aprecias o nim, ou é não ou é sim. e mais uma vez, eu não concordo. parece que tenho fobia ás certezas. não gosto de recuar, por ser orgulhosa. mas amo atirar-me de cabeça e deixar o coração de lado pois acredito em mim e nas forças que possuo interiormente, pois por muito que caia tenho as forças suficientes para levantar. por fim disseste que o amor mata. e eu relembrei-te que o amor é um crime em que o qual terá de ter somente dois cúmplices para que possa resultar, pois os problemas só começam realmente quando uma terceira personagem ganha vida... como dá para reparar, acabas por ser o oposto do meu contrário.

8.10.11


ter-te na minha rotina torna-a mais interessante de vive-la. mesmo com uma noite mal dormida e com olheiras de meio metro tornas o meu dia digno de ser vivido. mesmo que a vontade de sorrir seja inversa à vontade de adormecer, dás-me sempre ânimo para estar feliz. nunca to disse mas o teu olhar cria mil e uma borboletas dentro de mim. nunca to revelei mas adoro o teu estar discreto, quase submisso. nunca dei a entender mas amo olhar-te, captar cada pormenor, cada ponta solta. jamais to direi, não por não ter coragem mas por ter medo de que não sintas o mesmo, portanto limito-me a escrever-te *

querido c.


o teu olhar fixou no meu. o meu coração colou ao teu. como as coisas se misturam, como as coisas se completam. mesmo nesse canto, sem grandes manifestações corporais, consigo sentir a adrenalina a subir-te à mente . daqui sinto a intensidade com que me olhas. daqui sinto a ânsia dos teus lábios. sinto o sentimento a crescer sem pressas nem porquês . se eu sinto, tu sentes, deixemos então que tudo seja natural.