17.5.11


o sol brilhava, quente e silencioso, em pleno inicio de tardar.
o vento teria adormecido.
e os cheirinhos caractarísticos das flores perfumavam toda aquela ilusão.
ela procurava. procurava dançando um amor que a quisesse.
seu primeiro nome era Maria,
rapariga forte e sem qualquer mania.
era simples e florida.
somente sorria,
e jamais seria fria.
ela aquecia,
tudo o que ninguém queria.
ela queria,
a mais bela periferia.
determinada,
e nada odiada,
construía
em função do seu guia.

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